terça-feira, 2 de dezembro de 2014

EL CID

El Cid  Título Original: El Cid
  Gênero: Épico | Romance | Histórico
  Ano de Lançamento: 1961
  Duração: 184 min
  País de Produção: EUA
  Diretor(a): Anthony Mann
Sinopse:
A trajetória de Rodrigo Diaz de Bivar, mais conhecido como El Cid (Charlton Heston), herói espanhol do século XI que uniu os católicos e os mouros do seu país para lutar contra um inimigo comum: o emir Ben Yussuf (Herbert Lom). Esta longa jornada começou quando Rodrigo, um súdito do rei Ferdinand de Castella, Leão e Astúrias (Ralph Truman), liberta cinco emires que eram prisioneiros dele e por causa deste ato é acusado de traição. Don Ordóñez (Raf Vallone) o acusa inicialmente, mas na corte é o Conde Gormaz de Oviedo (Andrew Cruickshank) quem acusa duramente Rodrigo e humilha Don Diego (Michael Hordern), o pai de Rodrigo. Estes acontecimentos acabam provocando um duelo de Rodrigo com o Conde Gormaz, o campeão do rei. Rodrigo o mata, mas acontece que Gormaz também era pai de Jimena (Sophia Loren), a mulher que Rodrigo amava e com quem ele pensava em se casar. Mas, em virtude do acontecido, ela passa então a odiar (ou pensa, que odeia) Rodrigo, seu antigo amor. Aproveitando este momento conturbado Ramiro, rei de Aragão, exige a posse da cidade de Calahorra e sugere que ela seja disputada entre os paladinos de cada reino em uma luta até a morte. Então Rodrigo se apresenta para duelar pelo seu rei, pois ele tinha matado Gormaz, o antigo paladino, e se Rodrigo vencesse o combate contra Don Martin (Christopher Rhodes), que já tinha matado vinte e sete homens em combates corporais, seria perdoado pelo rei.

Elenco:
Charlton Heston (El Cid)
Sophia Loren (Jimena)
Raf Vallone (Conde Ordóñez)
Geneviève Page (Princesa Urraca)
John Fraser (Príncipe Alfonso)
Gary Raymond (Príncipe Sancho)
Hurd Hatfield (Arias)
Massimo Serato (Fanez)
Frank Thring (Al Kadir)
Michael Hordern (Don Diego)


CARLOMAGNO

Su política expansiva continuó con la conquista y anexión del reino lombardo (el norte de Italia), realizada en el 774, mediante una alianza de los francos con el Papado. Dominada Italia (aunque pervivían tendencias particularistas, especialmente fuertes en los ducados meridionales de Spoleto y Benevento), Carlomagno concentró sus energías en la conquista de Sajonia (norte de Alemania), empresa que le exigió dieciocho campañas sucesivas entre los años 772 y 804.

Carlomagno dominaba así el más importante reino de la Europa de su época; pero para mantenerlo tuvo que combatir continuamente: unas veces contra rebeliones o resistencias internas y otras para asegurar las fronteras contra enemigos exteriores. Entre estas últimas cabe destacar la guerra contra los ávaros en la frontera oriental, que le llevó a dominar los territorios actuales de Hungría, Croacia y parte de Serbia; y también un intento infructuoso de penetrar en España, abortado por la derrota que le infligieron los vascos en la batalla de Roncesvalles (778), pero que le sirvió al menos para crear una Marca Hispánica sometida al reino franco, que iba de Pamplona a Barcelona.

La extensión geográfica del reino de Carlomagno correspondía a la totalidad de lo que hoy son Francia, Suiza, Austria, Bélgica, Holanda y Luxemburgo, y la mayor parte de Alemania, Italia, Hungría, la República Checa, Eslovaquia y Croacia. Ha sido considerado por ello un predecesor de la unidad europea. Ningún monarca había reunido en su mano un territorio tan extenso desde la caída del Imperio Romano (476); por lo que no es de extrañar que la idea de la restauración imperial se abriese paso, ligada a la alianza estable que Carlomagno mantuvo con el Papado.

El día de Navidad del año 800 el papa León III coronó a Carlomagno emperador, dando comienzo así un nuevo Imperio germánico, que perviviría hasta comienzos del siglo XIX. Aunque la continuidad de este Imperio germánico con el Imperio Romano de Occidente, desaparecido tres siglos antes, era una ficción, la restauración de la idea imperial significaba una aspiración a un poder universal por encima de los príncipes de los distintos reinos, que sería la contrapartida temporal de la supremacía del papa en lo espiritual. Esta peculiar alianza y complementariedad del emperador con el papa daría lugar a una pugna por la supremacía entre ambos poderes, que se prolongaría a lo largo de la Edad Media. 
En una época caracterizada por el alto grado de violencia y de anarquía que presidía la vida social, el Imperio carolingio fue un gran esfuerzo de organización político-administrativa. Aunque no había una capital fija (la capital del Imperio estaba donde se encontrara el emperador con su corte), la ciudad germánica de Aquisgrán cumplió esas funciones de manera casi permanente. Desde allí, una Cancillería, a cuyo frente se encontraba un clérigo culto, dirigía los asuntos tanto civiles como eclesiásticos; el control del territorio estaba en manos de los condes, salvo en las marcas fronterizas, organizadas militarmente; y unos enviados del emperador (missi dominici) supervisaban la administración en cada rincón del territorio.

La religión cristiana constituía un elemento cultural de integración, de estabilidad y de orden social, que el emperador se encargó de cultivar: protegió a los monasterios y procuró extender la fe cristiana hacia el norte (imponiéndola por la fuerza a los sajones). Sin embargo, aquel gran conglomerado territorial no sobrevivió mucho tiempo. El propio Carlomagno había previsto que, a su muerte, el Imperio se repartiera entre sus tres hijos; pero la muerte de dos de ellos retrasó la fragmentación hasta el momento en que murió el único sucesor superviviente, Ludovico Pío, que también dividió el Imperio entre sus tres hijos (Tratado de Verdún, 843). La dinastía Carolingia siguió al frente del Imperio hasta comienzos del siglo X, y en el Trono de Francia, hasta el 987.

A PAPISA JOANA

Título Original: Die Päpstin (Pope Joan)
  Gênero: Drama | Histórico | Romance | Religioso
  Ano de Lançamento: 2009
  Duração: 149 min
  País de Produção: Reino Unido, Alemanha
  Diretor(a): Sönke Wortmann
Sinopse:
Das profundezas ocultas do Vaticano, chega uma história de intriga e paixão proibida, mantida em segredo pela Igreja Católica, durante milhares de anos. Num tempo em que a obediência total era exigida, João Anglicus (Johanna Wokalek) manteve-se como uma luz ao fundo do túnel numa era de trevas. No ano 853 D.C., após ter-se tornado um estudioso, curandeiro e professor de renome, ele ascendeu à posição mais elevada da terra: Papa da Igreja Católica. Acompanhem sua história neste épico, desde a convivência miserável com um pai tirano, que a impedia de ler e escrever, sua luta em busca de aprendizado, sua paixão proibida, sua dedicação aos necessitados, até seu destino final: Roma, sede da Igreja e de tramóias para ocupar o trono de São Pedro. Uma mulher sábia num mundo de homens e para homens que terá que recorrer a métodos extremos para salvar tudo em que acredita, e com isso dará origem à lenda. A Papisa Joana teria sido a única mulher a governar a Igreja durante dois ou três anos, segundo uma lenda que circulou na Europa por vários séculos. É considerada pela maioria dos historiadores modernos e estudiosos religiosos como fictícia, possivelmente originada numa sátira anti-papal.

Elenco:
Johanna Wokalek ... Johanna von Ingelheim
David Wenham ... Gerold
John Goodman ... Pope Sergius
Iain Glen ... Village Priest
Edward Petherbridge ... Aesculapius
Anatole Taubman ... Anastasius
Lotte Flack ... Johanna von Ingelheim - Age 10-14
Tigerlily Hutchinson ... Pope Joan - age 6-9
Jördis Triebel ... Joan's mother
Oliver Cotton ... Arsenius
Nicholas Woodeson ... Arighis
Suzanne Bertish ... Bishop Arnaldo
Richard van Weyden ... Eusthasius
Branko Tomovic ... Paschal
Lenn Kudrjawizki ... Jordanes


Genghis Khan , A lenda de um conquistador - Dublado

Três amigos de infância. Três irmãos juramentados. Um deles foi iniciado no sacramento e cresceu para ser um grande xamã. Os outros dois seguiram o caminho da guerra e da nação e foram reconhecidos como líderes. Mas só um deles poderia se tornar o governante da terra. Ele foi escolhido e se tornou soberano com o nome de uma antiga divindade, Genghis Khan. Estabeleceu-se, então a nação mongol. Como grande líder militar, Genghis Khan conquistou boa parte do mundo e até hoje é considerado o maior conquistador de todos os tempos.

BÁRBAROS: OS MONGÓIS

 Título Original: The Barbarians - The Mongols
  Gênero: Documentário | Histórico
  Ano de Lançamento: 2008
  Duração: 45 min
  País de Produção: EUA
  Produção: The History Channel
Sinopse:
Era fim do século XII enquanto a Europa se afundava na Idade das Trevas, duas culturas criavam padrões de civilização. Eles eram os estados islamicos da Pérsia e da Ásia central e mais para o oriente um trio de reinos fabulosos na China. Entre eles havia um território deserto e inóspito, as estepes da Eurásia. Mas essa região árida era habitada. Povos nômandes como os Mongóis sobreviviam em condições precárias e lutavam a maior parte do tempo contra a natureza. Essa batalha, sem que eles soubessem, os fortaleceram e os transformaram em grandes guerreiros da história.

BÁRBAROS: OS NORMANDOS

The Normans - BBC  Título Original: The Normans
  Gênero: Documentário | Histórico
  Ano de Lançamento: 2010
  Duração: 58 min (cada episódio)
  País de Produção: Reino Unido
  Produção: BBC
Sinopse:
Os Normandos, uma série em três partes na BBC que irá analisar a extraordinária expansão e ambição desmedida dessa raça guerreira entre os séculos X e XIII. Apresentado pelo Professor Robert Bartlett, a série trará a história dos Normandos de volta à vida, descobrindo as histórias pessoais de figuras sombrias, como Tancredo de Hauteville, mais lembrado como um pobre do século XI e Norman senhor que gerou nada menos que 12 filhos, dois dos quais deixaram a sua terra natal e arriscaram suas vidas para se tornarem grandes governantes no Mediterrâneo e Oriente Médio. Varrendo fronteiras e séculos, Bartlett vai a uma jornada das margens tempestuosas da Grã-Bretanha, através de Jerusalém até o Reino da Sicília, explicando como e porque uma dinastia de duques e guerreiros se tornaram conquistadores e reis. Repleta de manuscritos coloridos, documentos e artefactos, esta série vai dar voz a um mundo desconhecido de princesa históricas e monges mestiços.

Episódios:
Episódio 01: Homens do Norte (Men from the North)
Episódio 02: Conquista (Conquest)
Episódio 03: Normandos do Sul (Normans of the South)





BARBAROS: OS VIKINGS

Mundos Perdidos: Os Vikings (THC)  Título Original: The Lost Worlds: The Vikings
  Gênero: Documentário | Histórico
  Ano de Lançamento: 2007
  Duração: 50 min
  País de Produção: Reino Unido
  Produção: The History Channel
Sinopse:
No final do século VIII, uma onda de violência aterrorizou os moradores da costa norte da Europa. Ataques Vikings. Eles saqueavam e matavam e a cada ataque os rumores aumentavam. Foi como se as portas do Inferno tivessem sido abertas. Seus líderes foram lendas vivas, homens cuja fama vieram da brutalidade. Vamos revelar o modo em que viveram. uma cultura muito violenta porém avançada. Vamos reconstruir a fortaleza de Harold, o dente azul, o primeiro rei dos Vikings. Encontraremos sinais ocultos de uma cidade guerreira sob ruas modernas e vamos examinar a tecnologia que deu uma enorme vantagem aos Vikings.